REAÇÃO DO MERCADO DE TRABALHO CONFIRMA MELHORA GRADUAL DA ECONOMIA

Mercado de Trabalho reage

O otimismo com relação à geração de empregos segue firme, embora os consumidores continuem temerosos com relação ao desemprego. Após recuar por dois meses consecutivos, em julho o Indicador Antecedente de Emprego, calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), cresceu 1,5 ponto, para 98,4 pontos.

O levantamento, que considera a expectativa de consumidores e empresários da indústria e dos serviços em relação ao mercado de trabalho nos próximos meses, confirma uma melhora gradual e consistente da economia, segundo a FGV.

Dados do IBGE, divulgados nesta quinta-feira (17/08), comprovam a tendência. No segundo trimestre, o índice de desocupação recuou para 13% no Brasil, o equivalente a 13,4 milhões de desempregados. Importante: a melhora foi registrada em quatro das cinco regiões do país. Com exceção da região Nordeste, onde o índice foi considerado estável.

Entre janeiro e abril o desemprego no país atingiu recorde histórico, com uma taxa de 13,7%.

"A reação do mercado trabalho é apenas um dos sinais que comprovam a melhora lenta e gradual da economia. Estamos confiantes com relação ao segundo semestre", diz Marcos Yunes, sócio da Yuny Incorporadora.